30.6.10

Káttyla Sousa de Moraes Flapperjack tenta explicar a dor do potó.

Este é a besta-fera do apocalipse. Natural das bandas do piauí, essa coisinha fica fofamente passeando por ti, seu corpo, sentindo sua pele *entra música césar camargo mariano k-fona como trilhazinha de filme erotique que passa direto no canal brasil quase sempre com denise dumont e lucélia santos.* e (to be fair) só dando pinta. tá. . . aí vc vê a criatura, e, instinto primal kicking reptilicamente, medonojo, e pá !  você passaamão ou dá um tapinha e ESTA COISA solta um líqüido tão, mas tão, mas tãããããããão corrosivo que você vai contorcer de dorqueimada e cair em posição fetal, gemendo incongruências.  A dor é tamanha que você se conecta com sta. terezinha d'ávila, sua consciência sendo transportada como o outro lado da experiência de êxtase da sagrada freira ( = vc sente o EXATO OPOSTO na escala cartesiana do que ela sentiu).  -sua-alma-é-evaporada-por-alguns-minutos-e-sua experiência-é-de-pura-dor- ... depois vc convive com a pulsão dessa dor por alguns dias, queimadura-ogro-style por semanas e a memória da dor, forever.


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The Flapperjacks are made of wood.

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